terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Da revolta do Sr. Frota, e seus motivos.

Manifesto aqui minha cumplicidade para com FROTA, A., dado que, de uns tempos para cá, algumas línguas viciosas têm revolvido sobre o eixo de seu pensamento, encabeçado e cristalizado no Axioma Frotiano (FROTA, A. 2002). Acusam-no de esposar a posição contrária à sua doutrina, vertendo-a de ponta-cabeça, ou talvez de costas, quanto é ainda incerto, mas em geral retrocedendo e indo de encontro com a mesma. A tais almas desingênuas escapa que o sólido e severo erigir-se de uma doutrina cresce dialeticamente, no vaivém dos fundamentos de um pensador, e recorrentes deslizes dos mesmos são de pouca monta, nada demonstrando senão o firme despontar da agudeza crescente de uma cabeça fresca e jovem, ainda turgescente de dúvidas hamletianas.

2 comentários:

chicomguedes disse...

esses três curtinhos me lembraram que eu contemplei por longo tempo numa livraria de Madri (i.e. uns 5 a 10 minutos) a compra da antologia do microconto, um pretinho da coleção clássicos da literatura espanhola. mas pesava muito e eu preferi gastar os 13 euros com uns pinchos e cerveja (ou terá sido vinho naquele dia?)

Daniel Liberalino disse...

Bom negócio; o livro podia estar gorado - posto que literatura expira mais rápido que etílicos, that is