terça-feira, 25 de março de 2008

Relatório resumido da execução orçamentária



Senhores,

de bom grado esqueceria o assunto, entretanto como notei, julgando por esta moda de insinuações que vem sendo freqüentemente associada à tentativa - embora não seja minha intenção aqui a de ser bem ou mal interpretado -, de abreviar, sob pretexto puramente aproximado ou, até mesmo, evidente, e sem (ao menos ao meu ver) uma significância relevante para o âmbito de dicussão proposto neste sentido; ou pelo menos se for aqui ponto pacífico o de que - e escuso seria dizer que não pretendo apelar a circunstância alguma quer mais quer menos consensualmente estabelecida a respeito da presente questão -, ainda sob um ponto de vista imparcial (e reitero minhas sinceras desculpas se não for de fato este o caso) ou pelo menos capaz de não ofuscar por inteiro o sentido que havia inicialmente demonstrado ser, se bem que indispensável, como já antes repetidas vezes se fez notar, uma forma equívoca de associar a este feitio de atitude aquilo que foi anteriormente pormenorizado, mesmo admitindo - e isto pode soar um pouco agressivo, até obsceno para alguns - que, quer o método, quer a maneira ou quer a forma pela qual pretendi (ou ao menos especulei que fosse cabível neste contexto), à parte toda a parafernalha utilizada na quase obsessiva caracterização de algo que não seria exagero apontar como absolutamente rasteiro e exclusivo, sobretudo se tivéssemos que optar entre, por um lado ter a supramencionada qualificação do tópico sob a descrição ou a definição - o que para mim é apenas mais um crime grostesco contra a assunção já pouco cabível de que, despida de sua camada de implicações no meio discursivo referido, não podemos, é claro, determinar o que pode e o que não pode ser assim o critério para a quantificação destas (com o perdão do termo) "partes".

Como está claro, espero, isto em definitivo põe fim à discussão.

Sinceramente,
Daniel.

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